Amamentação - CTMC


 
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Amamentação



Para uma boa alimentação e a criança não refluir alimento pelo nariz até a cirurgia do palato duro, são desenvolvidas técnicas de amamentação.

Segurar o bebê em posição vertical ou semi-vertical, de modo que o nariz e a boca fiquem mais altos que o peito é de extrema importância para a melhor deglutição e para evitar o refluxo de leite pelas narinas.

A tuba auditiva ainda é bastante horizontalizada, e em crianças com fissura de palato, essa característica anatômica predispõe a criança à penetração de leite na tuba auditiva, dando origem a otites recorrentes. Se a mãe não conseguir amamentar no seio, ela é orientada a fazer a ordenha e dar o leite materno na mamadeira.

Quando a criança não consegue succionar o seio materno, geralmente, opta-se pelo aleitamento artificial, utilizando mamadeiras com bicos ortodônticos, pois a preocupação é que mamando mal o bebê terá pouco ganho de peso.

O processo de higienização também é muito importante, a mãe deve limpar muito bem a região da fissura, antes e após as mamadas. A limpeza deve ser feita com água fervida ou filtrada e com cotonetes ou a ponta de uma fralda. Ela deve retirar o leite em excesso com o cotonete umedecido. A confecção de próteses palatinas e o seu uso ajudam na amamentação, pois consegue-se melhorar a mastigação, a deglutição, a fala e a estética e ainda auxiliam no futuro procedimento cirurgico.

No caso de a fenda se estender até o palato, há maior risco das crianças aspirarem o alimento provocando infecções como otites e pneumonias. As otites podem causar prejuízos no desenvolvimento da fala e linguagem.

As anemias também são freqüentes nas fissuras labiopalatinas normalmente solucionáveis com uma dieta balanceada e sulfato ferroso.




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